Quando meus olhos
se recusam ver
os sonhos que , morrendo ,
vão passando,
que silêncio é este
que me embala a alma
e me transporta , no tempo , para alems distantes
onde não há sonhos
nem sequer miragens?...
se recusam ver
os sonhos que , morrendo ,
vão passando,
que silêncio é este
que me embala a alma
e me transporta , no tempo , para alems distantes
onde não há sonhos
nem sequer miragens?...
Que silêncio é este
que me embala a alma
e me leva , distante ,
a horizontes serenos,
onde só há calma
e azuis e sóis,
onde moram saudades
e luzes difusas ,
onde leio mensagens
tristes e confusas?...
que me embala a alma
e me leva , distante ,
a horizontes serenos,
onde só há calma
e azuis e sóis,
onde moram saudades
e luzes difusas ,
onde leio mensagens
tristes e confusas?...
Que silencio é este
que me embala a alma,
me apaga a vontade,
me entristece as noites ,
me arrefece as quimeras,
me regula os passos ,
me expulsa do tempo
doutras primaveras
e me traz cansaços ,
sem outros regaços
onde o coração
descanse , a espaços...
que me embala a alma,
me apaga a vontade,
me entristece as noites ,
me arrefece as quimeras,
me regula os passos ,
me expulsa do tempo
doutras primaveras
e me traz cansaços ,
sem outros regaços
onde o coração
descanse , a espaços...
Que silêncio é esteque ecoa na minha alma
como o ruido surdo
dum vulcão ,vomitando lava,
que me queima a esperança?...
Que silêncio é este
que ecoa na minha alma,
neste mar de nada ,
sem horizontes nem céus,
neste deserto infindo,
nesta estrada , sem rumo ,
à procura de Deus?...
que ecoa na minha alma,
neste mar de nada ,
sem horizontes nem céus,
neste deserto infindo,
nesta estrada , sem rumo ,
à procura de Deus?...
Luís Machado
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